CONHEÇA MELHOR A CAFEBI

CAFEBI CAPELANIA FEDERAL BRASILEIRA E INTERNACIONAL

FOTOS DO CURSO DE CAPELANIA( Ribeirão Preto - SP)

CAPELANIA - o que é? Trata-se de uma assistência religiosa prestada por ministro religioso garantida por lei em entidades civis e militares de internação coletiva como dispositivo previsto na Constituição Brasileira de 1988 nos seguintes termos: «é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. » (CF art. 5º, VII).Capelania é uma atividade cuja missão é colaborar na formação integral do ser humano, oferecendo oportunidades de conhecimento, reflexão, desenvolvimento e aplicação dos valores e princípios ético-cristãos e da revelação de Deus para o exercício saudável da cidadania.

2009, A CAFEBI Forma um Exército de Samaritanos

O ano de 2009 foi muito marcante para todos nós da CAFEBI, e todos os seus alunos. Momentos de muita descontração, emoção e ação.

O objetivo da CAFEBI é continuar trabalhando com dedicação, esmero e integridade na formação de novos Capelães que venham mudar e transformar religiosa e socialmente a nossa nação.

A CAFEBI continua saltando em qualidade e excelencia, e para 2010 continua INOVANDO com o curso em ESPECIALIZAÇÃO EM CAPELANIA em três nuances:

  • EXCELLENT;
  • ABSOLUTE
  • ESSENCIAL.
  • Em 2010 venha para a CAFEBI. Faça parte da Capelania que mais cresce no Brasil.

    CAFEBI - TREINANDO E CAPACITANDO UM EXÉRCITO DE SAMARITANOS.

    São José dos Campos, SP ( 9 a 12 de dezembro)

    Sorocaba ,SP (6 a 8 de novembro)

    Ribeirão Preto, SP (28 a 30 de Outubro)


    São Mateus, Espírito Santos ( 18 a 20 de setembro)

    A Diretoria da CAFEBI, com todo o seu corpo docente e voluntários, desejam a todos vocês um 2010 cheio de realizações e prosperidade.

    Pr. Jonathan Rangel
    Diretor Executivo
    Pr Noé Rosa
    Diretor Internacional

    CAPELANIA PRISIONAL


    "Lembrai-vos dos presos como se estivésseis presos com eles e dos maltratados,como sendo-o vós mesmo também no corpo” Hebreus 13.3
    CAPELÃO PRISIONAL
    É O AGENTE DE DEUS PARA UMA MISSÃO NOBRE QUE VISA ALCANÇAR AQUELES QUE ESTÃO ATRÁS DAS GRADES COM A PALAVRA DE DEUS,EVANGELIZANDO-OS,ACONSELHANDO-OS E DESPERTANDO-OS PARA UMA NOVA VIDA.
    Segundo as palavras de Jesus Cristo em Hebreus 13.3, quando Ele nos lembra para nos preocupar e empenhar na visitação aos presos, dizendo assim: "lembrai-vos dos presos, como se estiveseis presos com eles, e dos mal tratados, como sendo-o vós mesmo também no corpo".

    Com estes ensinamentos o ministério da capelania prisional, entende que o Senhor quer alcançar não somente as pessoas enfermas e em tratamentos nas internações hospitalares, mas também, as pessoas que se encontram em regime prisional.
    Voce sabia?
    No Estado do Rio de Janeiro, existem mais de vinte mil detentos?
    No Estado de São Paulo , são mais de noventa mil?
    Em todo Brasil, o numero de detentos chega a mais de meio milhão?
    E que indiretamente, juntando os familiares, que também são vitimas,chegamos aproximadamente a mais ou menos quatro milhões de pessoas?
    O QUE NÓS ESTAMOS FAZENDO OU PODEMOS FAZER PARA MUDAR ESSE QUADRO?


    Objetivo da Capelania:

    Levar as pessoas encarceradas nos presídios e delegacias o tão grande amor de Deus através da visitação dos capelães e também com a ministração da poderosa Palavra de Deus; acompanhada de poderosa oração e aconselhamento pessoal, sabendo que o Senhor Jesus tem por objetivo alcançar estas vidas dando a elas a oportunidade de conhecer melhor o Reino de Deus através das ações dos capelães evangélicos.

    O CAPELÃO PRECISA SER:

    a)Chamado para este ministério.

    b)Cheio do Espírito Santo.

    c)Preparado para este ministério.

    d)Amável.

    e)Tratável.

    f) Comprometido.

    g) Firme.

    O PÚBLICO ALVO DO CAPELÃO PRISIONAL

    1º- DETENTOS

    2º- FAMILIARES

    3º- AGENTES

    4º- FUNCIONÁRIOS

    O ALVO PRINCIPAL DO CAPELÃO PRISIONAL SÃO OS DETENTOS, E ESTES NECESSITAM SEREM CONHECIDOS E ANALISADOS.

    OS TIPOS DE DETENTOS

    a) Os que estão atrás das grades

    b) Os que presos dentro de si mesmo

    c) Os que estão do lado de fora das delegacias e presídios(familiares).

    CUIDADOS A SEREM TOMADOS PELO CAPELÃO PRISIONAL.

    1º ENVOLVIMENTO EMOCIONAL

    2º ENVOLVIMENTO SENTIMENTAL

    3º ENVOLVIMENTO JURÍDICO

    4º ENVOLVIMENTO FINANCEIRO

    5º ENVOLVIMENTO COM O SISTEMA (ouvido e não boca).

    VENHA FAZER O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CAPELANIA E APRENDA MAIS SOBRE A CAPELANIA PRISIONAL.

    Capelania Hospitalar

    Levando o amor de Cristo aos enfermos e necessitados

    Atuar nos hospitais levando o amor de Deus, Seu consolo e alívio num momento de dor. Esta é a principal missão da Capelania Hospitalar, que, através de gestos de solidariedade e compaixão, tem levado a Palavra de Deus não só aos pacientes, mas também aos seus familiares, sem esquecer ainda dos profissionais de saúde, tantas vezes vivendo situações de estresse ou mesmo passando por momentos difíceis. Os capelãos respeitam a religião de cada paciente sem impor nada, apenas levando a Palavra àqueles que desejarem.

    O que faz um capelão?

    O capelão, integrante da equipe multidisciplinar de saúde, é uma pessoa capacitada e sensível às necessidades humanas, dispondo-se a dar ouvidos, confortar e encorajar, ajudando o enfermo a lutar pela vida com esperança em Deus e na medicina. Oferece aconselhamento espiritual e apoio emocional tanto ao paciente e seus familiares, como aos profissionais da saúde. É importante elo com a comunidade local.

    REAÇÕES DO ENFERMO PERANTE A DOENÇA

    Diante da enfermidade a pessoa se vê tolhida de sua liberdade de ser ela mesma, não pode desempenhar suas atividades e sente-se ameaçada quanto a seu viver ou futuro. A reação diante de tudo isso é uma atitude psicológica chamada de MECANISMO DE DEFESA, classificada como inconsciente.

    Eis algumas reações dessa natureza:

    - REGRESSÃO – O paciente se torna dependente dos outros, sem autonomia, adotando atitudes infantis, exagerando desproporcionalmente a gravidade do seu caso; reclama sem fundamento e constantemente do atendimento e da alimentação; queixa-se que os parentes ou conhecidos não o visitam.

    - FORMAÇÃO REATIVA – Os impulsos e as emoções censuradas como impróprias assumem uma forma de expressão contrária, aceitável para o consciente. No caso de doenças longas ou piora gradativa, o paciente afirma que está sendo perseguido pelos funcionários do hospital, adotando uma atitude defensiva e agressiva, pois estes representam sofrimento para ele. Pragueja, xinga, acusa os familiares de falta de interesse, que os médicos são irresponsáveis.

    - NEGAÇÃO – Ao tomar conhecimento do diagnóstico, o paciente se recusa a aceitar que esse problema de saúde é dele. A negação funciona como uma proteção contra a angústia. Ele acha que o resultado está errado, que outro médico deve ser procurado e continua tentando viver como se a enfermidade não existisse, evitando falar sobre o assunto. A negação pode ocorrer em crentes que adotam uma atitude triunfalista ao afirmarem: “Em nome de Jesus já estou curado, Deus não permitirá que eu seja operado”.

    REAÇÕES DOS FAMILIARES DO ENFERMO:

    A família acaba sendo afetada e as reações negativas podem ser a de estresse psíquico, ocorrendo desgaste físico e até depressão. A família se organiza nas suas funções, ocorrendo sobrecarga para alguns membros familiares e até a omissão de cuidados. A vida sócio-econômica também pode mudar radicalmente devido as perdas. Os familiares prejudicam o tratamento se forem excessivamente desconfiados em relação à equipe do hospital, com muitos questionamentos ou palpites. Alguns familiares se sentem culpados ou transferem a culpa ao paciente. Também podem se sentir vítimas do destino, castigo de Deus ou retaliação do inimigo. O enfermo muitas vezes precisa se esforçar para acalmar a família. Conforme a enfermidade, alguns familiares entram em crise de desespero, tirando a tranqüilidade do paciente.

    QUALIFICAÇÕES PARA VISITAÇÃO:

    Vários requisitos necessários do visitador:

    - Ter sabedoria e humildade para saber que você não é melhor do que ninguém;
    - Cultivar uma personalidade amável, agradável, cativante;
    - Ter habilidade de comunicar-se;
    - Ter humor estável;
    - Ter respeito as opiniões religiosas divergentes;
    - Ter discernimento e sensibilidade na conversação;
    - Saber guardar as confidências dos pacientes;
    - Saber usar a linguagem e forma de abordagem a cada pessoa;
    - Dar tempo e atenção ao paciente visitado;
    - Ter sensibilidade para com discrição, sentir quando é o momento mais oportuno para visitar;
    - Saber evitar a intimidade e não invadir a privacidade alheia;
    - Saber ouvir.

    PRINCÍPIOS A SEREM OBSERVADOS NA VISITAÇÃO A ENFERMOS:

    - Bater à porta.
    - Pedir licença ou cumprimentar só verbalmente (a menos que o paciente estenda a mão).
    - Se apresentar como pastor(a); obreiro(a).
    - Se oferecer para orar (respeitar as negativas) pedindo o favor de abaixar o volume do rádio ou TV.
    - Convidar as pessoas do ambiente pra ouvirem a leitura bíblica e oração.
    - Caso o enfermo estiver no banho, fazendo curativos ou algum exame, RETORNE POSTERIORMENTE.
    - Se a enfermeira estiver atendendo o paciente ou o médico estiver presente no quarto, RETORNAR POSTERIORMENTE.
    - Se o paciente está com algum mal-estar (vômito, dor, confuso), abreviar a visita.
    - Às vezes o paciente faz as seguintes solicitações: para ajeitá-lo no leito, pede água ou algum alimento, solicita medicação. TODAS essas solicitações devem ser atendidas pelo serviço de enfermagem. Por isso, responda ao paciente que ele deve fazer esse pedido a enfermeira, ou em alguns casos (queda do paciente, escapou o soro) avisar o ocorrido no posto de enfermagem.
    - Em alguns casos quando o paciente apresenta um quadro de contaminação, é colocado um cartaz de alerta e de instruções na porta do quarto. Na dúvida, perguntar no posto de enfermagem e que deve fazer para entrar no quarto (utilizar máscara, luva, etc).

    PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

    O objetivo da visita NÃO É doutrinação, mas atender à necessidade do paciente; a visita deve ter um propósito: conforto, consolo para quem sofre. Muitas vezes, a tentação de “pregar” e apresentar o seu discurso faz com que muitos se esqueçam de que estão num hospital, desvirtuando, assim, todo o propósito da visita;

    - Quando tiver dúvidas sobre a situação do paciente, procure a enfermeira.
    - Ter discernimento para dosar o tempo da visita;
    - Não demonstre “pena” do paciente;
    - Mostre seu interesse pelo paciente, mas sem exageros;
    - Preste atenção naquilo que o paciente está falando, verificando quais são suas preocupações;
    - Não conduza a sua conversa de tal maneira que exija do paciente grande concentração e esforço mental para acompanhar (ele pode estar sob o efeito de medicamentos);

    - Ao paciente que acha que não será curado, encoraje. Mas, faça-o com prudência, sem promessas infundadas;
    - Não fale sobre assuntos pavorosos;
    - Nunca pratique atos exclusivos de auxiliar de enfermagem, tais como: dar água ou qualquer alimento, ou locomover o paciente, mesmo que seja a pedido dele;
    - Nunca discuta sobre a medicação com os pacientes;
    - Mantenha os segredos profissionais (num leito de hospital o paciente fala muita coisa de si mesmo e de sua vida pessoal);
    - Nunca comente nos corredores do hospital, ou fora deles, o tipo de conversa ou encaminhamento de sua entrevista mantida com o paciente;
    - A ética deve ser rigorosamente observada. Tome muito cuidado!
    - Não cochiche ! Pacientes apresentam alto nível de desconfiança;
    - Aproveite a oportunidade como se fosse a única. Na medida do possível, o ministério junto ao enfermo, dentro de um hospital deve ser completo, numa “dose única”;

    - Evite a intimidade excessiva, não invadindo a privacidade alheia (tanto do paciente quanto do seu acompanhante);
    - Respeite a liberdade do paciente quando ele não quiser (ou não estiver preparado para) falar sobre seus problemas;
    - Nunca tente ministrar o enfermo quando ele está sendo atendido pelo médico ou pela enfermeira, ou quando estiver em horários de refeições, ou quando a situação impossibilite (familiares, telefonando ou algo importante que ele está assistindo na TV);

    - ð Não faça promessas de qualquer espécie (cura, conseguir medicação, maior atenção dos profissionais de saúde, transferências, conseguir entrevista com o diretor). O próprio hospital tem meios de solucionar essas solicitações;
    - Em caso de possessão demoníaca, elas precisam ser discernidas;
    - Preste atenção nos cartazes afixados na porta do quarto, pois eles orientam por qual motivo você não pode entrar naquele momento ou quais os cuidados você deve tomar ao entrar no quarto. Talvez seja proibida a entrada por causa de curativo, troca de bolsa em pacientes renais, proibição de visita por ordem médica. O paciente pode estar isolado por causa de problemas de contágio e o cartaz estará orientando se for necessário utilizar mascaram jaleco, luvas ou evitar tocar no paciente. Também pode estar tomando banho;

    - Evitar apertar a mão do paciente, a não ser que a iniciativa seja dele;
    - Nunca sentar-se na cama do paciente, evitando assim contaminar o doente ou ser contaminado por ele. Quando o paciente está em cirurgia, os lençóis ficam enrolados, não devendo NINGUÉM sentar ali;
    - Procurar estar numa posição em que o paciente veja você;
    - Cuidado se a sua voz for estridente;
    - Se for insultado, reaja com espírito cristão;
    - Em suas conversas, orações, leituras de textos, fale em tom normal. Evite a forma discursiva e com voz estridente, a não ser que seja em ambiente amplo.
    - Observar se o paciente está com mal-estar (náuseas ou dor), procurando abreviar ao máximo a visita.

    ATITUDES ADOTADAS PERANTE O PACIENTE E O CORPO CLÍNICO:

    Para o paciente, o médico é a pessoa mais importante no hospital, em quem ele deposita a sua confiança. É a visita que ele deseja ansiosamente; portanto, quando chegar o médico, procure encerrar o assunto ou oração ou retirar-se discretamente. Evite dar palpites sobre o tratamento do paciente ou sobre a conduta do médico. Procure trabalhar em harmonia com o pessoal da enfermagem, pois os pacientes dependem deles.

    APLICAÇÃO BÍBLICA:

    Sabemos que a enfermidade é proveniente da raça humana em pecado. Em muitas situações a enfermidade surge por culpa direta do próprio indivíduo que não cuida do seu corpo como deveria, ou por causa da violência urbana. Mesmo que o indivíduo seja culpado de sua situação, devemos levar-lhe uma mensagem que Jesus deseja lhe dar saúde total, tanto no corpo como na alma, pois Ele disse: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância“ (João 10:10).
    A mensagem que se deve trazer ao enfermo é a mensagem bíblica de esperança e consolo. Essa mensagem é verbal através da leitura bíblica, oração e aconselhamento. Também, através de expressão corporal, tais como expressão de carinho, sorriso e demonstração de empatia.

    Encontraremos na Bíblia textos relacionados às mais diversas necessidades do ser humano. São esses textos que devem ser apresentados aos pacientes na esperança de despertamento de fé nas promessas de vida.

    Eis alguns assuntos relacionados ao estado de espírito dos pacientes:

    - Aflição – Salmos 34:19 – 86:1 – 119:107 – João 14:1,27
    - Angústia – Naum 1:7 – Salmo 4:1 – 18:6 – 60:11 – 119:50
    - Ansiedade – Salmos 46:10 – Mateus 6:31-34 – Filipenses 4:6-7 – I Pedro 1:7
    - Cansaço – Mateus 11:28-30
    - Choro – Salmos 30:2-5 – Apocalipse 21:4
    - Desânimo – Salmos 42:11 – Provérbios 18:14 – Filipenses 4:13 – Hebreus 12:3
    - Deus se compadece – Isaías 38:18 – Lamentações 3:22-26 – 2 Coríntios 1:3-5
    - Direção divina – Salmos 37:5 – João 3:27
    - Dor – Salmos 41:3 – Isaías 43:4,5
    - Fraqueza – Deuteronômio 32:39 – Salmos 31:24 – Isaías 12:2 – 41:10 – Oséias 6:1 – 2 Coríntios 12:7-10
    - Impaciência – Salmos 27:13-14 – 37:8
    - Medo – Salmos 34:4
    - Morte – Ezequiel 18:32 – Salmos 68:20 – Hebreus 2:14-15
    - Oração – Salmo 5:1-3 – 66:20 – Lucas 11:9-13
    - Pobreza – Salmos 40:17 – 70:5
    - Preocupações – Salmos 55:22
    - Raiva – Salmos 37:8 – I Tessalonicenses 5:16-18.
    - Sofrimento – Salmos 22:11 – 34:6 – 57:1 – 2 Coríntios 16:18 – Hebreus 12:4-13
    - Solidão – Salmos 16:1
    - Presença divina – Deuteronômio 31:8

    Bibliografia:

    CAVALCANTI, Eleny Vassão de Paula. Aconselhamento a pacientes terminais. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana
    CAVALCANTI, Eleny Vassão de Paula. No leito de enfermidade. São Paulo: Casa Editora Presbiteriana. 1989.
    HARPPRECHET, Christoph Scheider. Como acompanhar doentes. São Leopoldo: Sinodal. !994.
    FERREIRA, Damy & ZITTI, Lizvaldo Mário. Capelania Hospitalar. Santa Barbara D’Oeste: SOCEP, 2002.

    Faça o curso de Especialização em Capelania na CAFEBI !

    CAPELANIA EM SAO MATEUS ESPIRITO SANTO

    DIAS 18, 19 e 20 DE SETEMBRO

    NORTE PALACE HOTEL

    (27) 3773 - 7340 9894 3005

    CURSO DE CAPELANIA no Rio de Janeiro

    Nos dias 25, 26 e 27 de junho, no Sest Senat do Rio de Janeiro, foi realizado o curso em Especialização de CAPELANIA.

    120 pessoas participaram desse curso, onde tivemos momentos inesquecíveis, palestras edificantes, momentos de reflexão e muita confraternização.




    Não fique de fora dos próximos cursos de Capelania. Algo impactante para sua vida e o seu Ministério.

    Informacoes: (21) 8524- 1269

     
    TOPO
    ©2007 Elke di Barros Por Templates e Acessorios